Nubank abre seu primeiro escritório internacional em Berlim

Com time liderado por ex-engenheiro do Soundcloud, empresa quer aproveitar talentos do mercado europeu; iniciativa não significa expansão global da empresa

Bruno Capelas - O Estado de S. Paulo

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O time do Nubank no escritório de Berlim Foto: Nubank

A startup brasileira Nubank, conhecida por seu cartão de crédito controlado por aplicativo, anunciou ontem a abertura de seu primeiro escritório internacional em Berlim. Segundo a empresa, a sede na capital alemã será voltada para a área de engenharia do Nubank, com liderança de Gavin Bell, ex-engenheiro da startup de música Soundcloud. 

“Berlim é bastante conectada com o mercado de tecnologia europeu em geral e ter um escritório lá nos coloca em uma posição estratégica na procura por novos talentos”, disse David Vélez, presidente executivo do Nubank, ao Estado. 

Segundo Vélez, a expansão internacional do Nubank será, por enquanto, apenas em busca de talentos. “Nosso foco em negócio continua sendo o Brasil. Ainda há muitas oportunidades para serem exploradas por aqui”, afirma. 

Reforços. O escritório do Nubank em Berlim terá quatro engenheiros do time brasileiro, e também já fez suas primeiras contratações locais – entre elas, Gavin Bell. “Além de ter background técnico, ele também já gerenciou grandes times de engenharia, o que o tornou o candidato perfeito para iniciar a operação em Berlim”, diz o presidente do Nubank. 

Não é a primeira contratação recente da empresa: há duas semanas, a startup revelou a chegada de Dennis Wang, ex-presidente executivo da Easy (ex-Easy Taxi), ao cargo de vice-presidente de operações. 

Hoje, o Nubank tem 110 engenheiros entre seus 750 funcionários – é o segundo maior time da empresa, atrás só de atendimento ao cliente. A startup tem passado por um ritmo forte de contratações – no início de 2017, tinha apenas 389 empregados. Fundado em 2013, o Nubank tem hoje 2,5 milhões de cartões de crédito emitidos no Brasil, e se prepara para lançar em 2018 sua conta bancária, a NuConta, hoje em testes. 

Além disso, a empresa tem buscado se capitalizar: na semana passada, divulgou que recebeu R$ 250 milhões de um Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC). Em um total de cinco rodadas de investimento, o Nubank já arrecadou quase US$ 180 milhões de grandes fundos como Sequoia Capital, Tiger Global, Founders Fund, Kaszek Ventures, QED Investors e DST Global. 

Saiba como usar os pontos no programa de fidelidade do Nubank

1 | 9 A startup brasileira de cartões de crédito Nubank anunciou nesta terça-feira, 1, como vai funcionar o seu programa de fidelidade, o Nubank Rewards. Para participar, cada cliente do cartão terá de pagar mensalidade de R$ 19 (ou anuidade de R$ 190) Foto: Nubank
2 | 9 Cada R$ 1 gasto no cartão de crédito vai virar um ponto acumulado. Ao contrário de outros programas, o sistema do Nubank vai permitir que os clientes "apaguem" despesas feitas com o próprio cartão em uma rede de parceiros, como passagens aéreas, diárias de hoteis, corridas de Uber e mensalidades de serviço de streaming Foto: Nubank
3 | 9 Na troca por dinheiro, um ponto vale menos que R$ 1 – segundo o Nubank, cada 10 mil pontos valem R$ 100 na hora de "apagar" as despesas. Na foto, David Velez, cofundador do Nubank.  Foto: Alex Silva/Estadão
4 | 9 Sendo assim, para trocar uma passagem aérea de R$ 500 será preciso acumular 50 mil pontos.  Foto: Estadão
5 | 9 Já para apagar uma mensalidade da Netflix, será preciso gastar 2,6 mil pontos.  Foto: AP/Elise Amendola
6 | 9 Aplicativo do serviço de carona paga Uber Foto: Bruno Capelas/Estadão
7 | 9 Uma compra feita no site da Amazon de até R$ 30 vale 3 mil pontos.  Foto: Bruno Capelas/Estadão
8 | 9 A mensalidade de um serviço de streaming de música, como Spotify ou Deezer, vai custar 2 mil pontos.  Foto: Reuters/Dado Ruvic
9 | 9 Há ainda a opção de cancelar diárias de hotéis com o cartão – uma diária de R$ 200,00 vai consumir 20 mil pontos. Algumas despesas, porém, podem ter problemas para serem "canceladas": no setor de hotelaria, alguns hostels podem nao ser categorizados assim pelo cartão, o que pode impedir que a compra seja paga com pontos. Se isso acontecer, o usuário deverá entrar em contato com o Nubank.  Foto: Reuters/Mike Segar

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