Óculos da Apple: tudo sobre o aparelho que pode ser mais poderoso que o iPhone

A expectativa é de que os dispositivos de realidade aumentada da empresa sejam lançados em 2022

Redação Link - O Estado de S. Paulo

Rumores apontam que a Apple desenvolve aparelhos de realidade aumentada desde 2015 Foto: Mike Segar/Reuters

Os óculos de realidade aumentada da Apple, que têm sido alvo de rumores há anos, podem finalmente estar perto de se tornarem reais. De acordo com o analista Ming-Chi Kuo, que faz previsões sobre os lançamentos da dona do iPhone, o novo dispositivo deve ser lançado no final de 2022 e pode ser tão poderoso quanto os computadores MacBook, superando a capacidade de iPhones. 

O analista afirma que os óculos de realidade aumentada terão dois chips. “O processador de ponta terá poder de computação semelhante ao chip M1 para Mac, enquanto o outro processador será responsável pela computação relacionada a sensores”, explica Kuo, em nota para o site MacRumos na última quinta-feira, 25. 

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Segundo Kuo, o avanço em relação ao iPhone é essencial para o funcionamento de dispositivos de realidade aumentada. "Os óculos requerem pelo menos de 6 a 8 módulos ópticos para oferecerem serviços de realidade aumentada de vídeo contínuo e transparente aos usuários. A título de comparação, um iPhone requer até 3 módulos ópticos rodando simultaneamente e não precisa de computação contínua.”

O chip M1 foi apresentado em novembro de 2020 – foi a primeira vez que a Apple incluiu processadores próprios em um computador pessoal, marcando o início de seu afastamento dos chips da Intel, parceria que ocorria desde 2006. O chip utiliza uma arquitetura de memória unificada, que aloca as melhores opções de núcleos e uma quantidade maior de memória para o processamento de tarefas, como renderização de vídeo.

Rumores apontam que a Apple desenvolve aparelhos de realidade aumentada desde 2015. Porém, ainda não há informações detalhadas sobre o design do dispositivo: por enquanto, é esperado que ele seja parecido com óculos de realidade virtual como o Oculus Quest, desenvolvido pelo Facebook. 

 

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