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Para especialistas, mudanças propostas pelo Facebook não são efetivas

Ouvidos pelo Estado, especialistas dizem que Mark Zuckerberg está tentando controlar "incêndio" e evitar que usuários deletem suas contas

22/03/2018 | 05h00

  •      

 Por Bruno Capelas - O Estado de S. Paulo

Mark Zuckerberg é presidente do Facebook

Jose Miguel Gomez/Reuters

Mark Zuckerberg é presidente do Facebook

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As declarações do presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, não são o suficiente para manter a segurança dos dados dos usuários. O fundador da rede social se pronunciou na última quarta-feira, 21, sobre as medidas tomadas pela empresa para que as informações dos usuários não sejam mais violadas. 

Para os especialistas ouvidos pelo Estado, as medidas mostram que o Facebook está tentando controlar o “incêndio” dos últimos dias. “Não é nem de longe suficiente, mas eles estão tentando impedir que usuários deletem a rede social, o que poderia significar uma perda massiva de receita”, diz Rafael Zanatta, pesquisador do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Para Carlos Affonso de Souza, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS-Rio), as medidas não resolvem o problema totalmente. “Não sabemos quantos outros apps podem ter descumprido as regras do Facebook.”

Para Zanatta, a proposta de autorregulação da empresa não será aceita pelos governos. “É impossível que os reguladores se contentem com isso”, diz. “Eles devem colocar agentes públicos e peritos na empresa para investigar o que aconteceu.” 

Segundo Bruno Bioni, pesquisador da Rede Latino-Americana de Estudos em Vigilância, Tecnologia e Sociedade (Lavits), a solução é mais complexa. “O problema do Facebook está em seu modelo de negócios, baseado no uso de dados e no impulsionamento de produtos e, agora, de políticos. Precisamos nos perguntar se isso é saudável para a democracia.”

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