Bateria é essencial na hora de comprar novos dispositivos

Segundo relatório, o Brasil se tornou um dos países onde as pessoas ficam por menos tempo distantes das tomadas.

Matheus Mans - O Estado de S. Paulo

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A capacidade da bateria é medida em miliampéres hora (mAh). O especialista explica que hoje os celulares são desenvolvidos para que a bateria dure mais, pois essa tecnologia não avança na mesma medida em que as outras. Os processadores dividem as tarefas e a memória RAM realoca espaço de modo a gastar a energia de maneira mais eficiente. Por isso, pode ser que dois smartphones com a mesma capacidade em mAh apresentem diferença de autonomia graças à quantidade de sensores ou à maneira com que o sistema gerencia o gasto. Foto: Pixabay

Ficar sem bateria no celular já se tornou um drama moderno, já que os smartphones ganham novas funções e aplicações, que drenam a energia armazenada. De acordo com o relatório Global App Power Consumption, realizado pela empresa chinesa de tecnologia Baidu, o Brasil se tornou um dos países onde as pessoas ficam por menos tempo distantes das tomadas. O tempo entre as recargas do smartphone é de apenas 17,9 horas, o que coloca o Brasil em segundo no índice global, atrás apenas da Indonésia, com 12,8 horas.

Por isso, a capacidade de armazenamento dos celulares é uma preocupação cada vez mais frequente na hora da compra. “Junto com desempenho e design, a duração de bateria hoje é um dos itens mais importantes”, afirma o gerente sênior de produtos da Lenovo, Luiz Sakuma.

Por isso, na hora de comprar um celular, é importante verificar as especificações técnicas da bateria. Baterias de longa duração têm, geralmente, entre 3.000 mAh e 4.000 mAh. No entanto, como outros componentes, como processador e software, também podem influenciar na autonomia de bateria, é melhor consultar testes de especialistas com os smartphones em situações reais de uso. 

Verdade ou mentira? Tire dúvidas sobre baterias de celular

1 | 10 É preciso desligar o celular ou não mexer nele enquanto o aparelho carrega? E deixá-lo na tomada durante a noite, vicia a bateria? A pesquisadora de sistemas de energia do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) Maria de Fátima Rosolem tira essas e outras dúvidas. Foto: Pixabay
2 | 10 Não, e ele pode ser usado normalmente. Só é preciso tomar cuidado em dias de chuva que tiver muitos raios, pois pode dar um curto na tomada em que o celular estiver carregando e causar um incêndio na casa. Foto: Pixabay
3 | 10 Não. Esse mito surgiu porque antigamente, quando era usada a bateria de níquel cádmio, era preciso que ela fosse completamente descarregada para depois o celular ser carregado de novo. Se o celular estivesse ativo, o material que precisava ser carregado ficava isolado. Foto: Pixabay
4 | 10 Os fabricantes indicam, mas não precisa. A bateria de lítio carrega em três horas. Foto: Pixabay
5 | 10 Não, as baterias de hoje em dia não viciam. E não há necessidade de tirar o notebook da tomada depois que a bateria encheu, porque ela mesma tem um circuito que corta a passagem de corrente que vem da rede de energia elétrica. Foto: Pixabay
6 | 10 Verdade. A medida que você vai usando, há um desgaste da bateria, mesmo usando o aparelho da mesma forma desde que ele foi comprado. Foto: Pixabay
7 | 10 Segundo a especialista, não. Foto: Pixabay
8 | 10 Prejudica e é perigoso também. A bateria de lítio tem um circuito eletrônico que mede temperatura e tensão, por exemplo. O carregador pirata pode queimar algum componente desse circuito interno, fazendo com que a bateria pegue fogo. Foto: Pixabay
9 | 10 Não, inclusive o encaixe e desencaixe constante pode prejudicar os componentes eletrônicos do dispositivo. Foto: Pixabay
10 | 10 A bateria possui uma autodescarga, mesmo se ficar parada. A de celulares também: há reações internas que geram um desgaste de energia. Foto: Pixabay

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