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Empresas retomam produção no Japão

Sony e Nisan anunciaram que algumas de suas fábricas no Japão voltarão a funcionar nos próximos dias; produção da Toshiba segue interrompida

Por Agências
Atualização:
 

A Sony anunciou nesta segunda-feira, 21, que vai retomar parcialmente a produção em uma fábrica de baterias de íon de lítio em Tochigi, Japão, na terça-feira.  Seis fábricas, que produzem uma série de dispositivos desde cartões de circuito a discos Blu-ray, ainda permanecerão fechadas.

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A gigante dos produtos eletrônicos é uma de dezenas de companhias japonesas que fecharam fábricas e cortaram produção depois do terremoto e tsunami de 11 de março.

A Nissan Motor, segunda maior montadora de veículos do Japão, retomou de forma limitada operações em cinco fábricas no país nesta segunda. A produção de veículos deve começar ainda esta semana.

O Japão enfrenta uma crise humanitária e nuclear após o terremoto de 9 graus de magnitude e o tsunami que atingiram o país. A nação asiática é uma importante produtora de componentes para a indústria global de bens eletrônicos e de veículos.

A Nissan informou em comunicado que vai retomar a produção de autopeças de reposição e componentes para produção no exterior que acontecem nas fábricas de Oppama, Tochigi, Yokohama, Kyushu e Nissan Shatai. A produção de veículos deve começar na quinta-feira e vai continuar até o término dos estoques de peças. A Nissan produz 22% de seus veículos no Japão.

A Toshiba divulgou que a produção segue interrompida em uma fábrica em Iwate que produz sistemas de chips LSI para microprocessadores e sensores de imagem. A companhia ainda informou que uma linha de montagem no Japão que produz pequenas telas de cristal líquido para celulares inteligentes e outros aparelhos ficará fechada por um mês para reparos em equipamentos.

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A Sony não tem certeza sobre quando poderá retomar suas operações. Algumas de suas fábricas produzem para outras companhias, incluindo clientes internacionais.

A Renesas, quinta maior fabricante de chips do mundo, interrompeu operações em oito de suas fábricas e também não tem uma estimativa sobre quando a produção será retomada. A empresa informou que não deverá iniciar a produção nas unidades paradas até que os cortes de energia, que devem durar até o final de abril, diminuam.

/ Por Lincoln Feast (REUTERS)

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