Zuckerberg é eleito o CEO mais confiável
Criador do Facebook ficou na frente de nomes como Larry Page e Tim Cook na lista que elegeu os 50 executivos mais confiáveis
15/03/2013 | 18h18
Por Ligia Aguilhar - O Estado de S. Paulo
Criador do Facebook ficou na frente de nomes como Larry Page e Tim Cook na lista que elegeu os 50 presidentes de empresa mais confiáveis
SÃO PAULO – Mark Zuckerberg é o CEO mais bem avaliado por seus funcionários, segundo um ranking divulgado nesta sexta, 15, pelo site de empregos Glassdoor. O criador do Facebook assumiu o posto que no ano passado pertenceu a Tim Cook, CEO da Apple.
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Para elaborar a lista, o site faz a seguinte pergunta aos funcionários de cada empresa: “Você aprova ou desaprova a maneira como o seu CEO está conduzindo a empresa?” A partir do resultado, o site elencou os 50 melhores CEOs de diversas áreas.
Zuckerberg teve 99% de aprovação e ficou à frente de outros grandes nomes da área de tecnologia como Larry Page, do Google (11º colocado, com 95% de aprovação), Jeff Bezos, da Amazon (em 16º, com 93%), e Tim Cook, da Apple (18º, com 93%).
Em 2012, a lista do Glassdoor tinha apenas 25 nomes. Cook era o primeiro colocado, com 97% de aprovação, enquanto Zuckerberg sequer foi citado.
Em entrevista ao Link no ano passado, Katherine Losse, uma das primeiras funcionárias da rede social e autora do livro The Boy Kings: A Journey into the Heart of the Social Network (Os meninos-reis: uma jornada ao coração da rede social, ainda inédito no Brasil), falou sobre o perfil de Zuckerberg como gestor. “Minhas preocupações no começo tinham a ver a com o fato de que era difícil para alguém progredir no Facebook se não fosse engenheiro”, disse. “Na visão de Mark e de alguns engenheiros, o crescimento rápido e irrestrito da plataforma era bom porque provava que, no Facebook, o desenvolvimento técnico, e não os desejos do marketing ou dos usuários, era o rei”, afirma no livro.
Na opinião de Losse, Zuckerberg deixa claro suas ambições ao fazer declarações públicas. “Ele acredita que o mundo vai na direção de ser um lugar mais ‘aberto’ e menos privado, e ele quer que o Facebook participe desse movimento”. A ambição do CEO, segundo ela, é criar uma enorme “lista telefônica” mundial, queiram as pessoas estar nela ou não.
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